Notícias : ​Apalpão em mulheres dá dois anos de prisão e dois mil euros de multa
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​Apalpão em mulheres dá dois anos de prisão e dois mil euros de multa

Cuidado se apalpar uma mulher na rua

Publicado por Vamos lá Portugal em Notícias
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Apalpão em mulheres dá dois anos de prisão e dois mil euros de multa

Na madrugada de 5 de Agosto, numa rua de Barcelona um homem abordou várias mulheres agarrando-as nos glúteos "com força"  fugindo de seguida. 

Os autos dizem que o agressor estava naquele momento sob uma "desordem (de origem afetiva) dissociativa (leve)", tendo sido sujeito a ações terapêuticas.

O homem a foi acusado de dois crimes de abuso sexual e o tribunal Superior da Catalunha condenou a dois anos de prisão ( um ano de prisão por cada um dos dois crimes cometidos).

A sentença foi revelada pelo site espanhol "El confidencial" e revela que não pode ser eleito para cargos políticos e tem ainda de pagar mil euros de multa a cada uma das mulheres.

A acusação recorreu. A indemnização de mil euros a cada uma das vitimas é "insuficiente". Umas das vitimas tinha apenas 15 anos e alegou que depois do que aconteceu não conseguiu aproveitar as suas férias de verão. Ficou com medo pelo que teve de sair de casa sempre acompanhada. 

Este recuso foi rejeitado, mas o ministério público também apresentou outro recurso, mas desta vez para pedir um mínimo de um ano de liberdade vigiada para o ofensor.   Também este pedido foi rejeitado.

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Ela denunciou o assédio do ex durante 9 dias... Acabou assassinada

Lauren McCluskey tinha apenas 21 anos e falava ao telefone com a sua mãe quando o seu ex-namorado surgiu, a arrastou para o seu próprio carro e assassinou-a com vários tiros. A sua mãe estava ao telefone e ouviu o desespero da filha. Não, não, não", foram as últimas palavras que Jill McCluskey ouviu da filha. 

Telefonou imediatamente para a polícia que surgiu no local em menos de 10 minutos, mas já não havia nada a fazer. A jovem foi assassinada no campus da universidade e o homicida suicidou-se pouco depois quando foi encurralado numa igreja.

Melvin Rowland, 37 anos, estava em liberdade condicional e no registo nacional dos agressores sexuais, porém a polícia da universidade do Utah, à qual Lauren tinha comunicado que ele estava a assediá-la depois de ela ter terminado uma curta relação, nunca comunicou o assédio à polícia estadual. 

Lauren tinha acabado o curto relacionamento de um mês quando descobriu que este lhe tinha mentido sobre a idade e ocultado  o seu passado criminal.

Terminou o namoro a 09 de Outubro e a 12 de Outubro existiu a primeira queixa à policia relatando que "estava a receber mensagens estranhas, em que lhe era dito que o ex namorado morrera e se queria ir ao enterro, o que sabia ser falso pela atividade dele nas redes sociais. A sensação de Lauren era de que alguém estava a querer a atraí-la a algum sítio. Fez queixas repetidas mas nunca conseguiu ação das autoridades."

As chamadas estão a ser agora auditadas e foi conhecida uma revisão independente do caso que, apesar de certificar a incapacidade do departamento policial da universidade em verificar a história criminal do suspeito (este estava em liberdade condicional pela terceira vez, após ter violado os termos da mesma duas vezes e regressado à prisão), ou qual o seu estatuto perante a lei, conclui não ser possível dizer que a morte da jovem podia ter sido evitada por melhor trabalho policial.

Os pais não concordam com esta conclusão e já fizeram um comunicado

 "Discordamos respeitosamente dessa conclusão"

 "A polícia teve numerosas oportunidades de intervir e de a proteger durante as quase duas semanas entre o momento em que a nossa filha começou a exprimir preocupação com a situação, preocupação essa que se foi agudizando, e aquele em que foi morta. (...)De cada vez que Lauren ligou para a polícia, foi como se fosse a primeira vez. A pessoa com quem falava não dava sinais de saber alguma coisa do caso ou de quem ela era. Era-lhe pedido que explicasse tudo de novo, que respondesse às mesmas perguntas e preenchesse os mesmos formulários."

A 19 de outubro a jovem alertou a policia para  a extorsão que estava a viver.    Lauren admitiu ter transferido 1000 dólares (cerca de 880 euros) para uma conta em resposta à ameaça de que fotos suas íntimas fossem divulgadas, informação que já tinha dado à polícia universitária.

A polícia estadual remeteu-a para a da universidade. Lauren ainda comunicou com esta uma última vez, por mail, na manhã do dia em que foi morta, para dar conta de que recebera uma mensagem suspeita, em que o remetente se identificava como um detetive e lhe pedia para se se encontrar com ele na esquadra. Lauren desconfiou que estavam (não sabia se se tratava de Rowland só ou de mais gente) a querer que apanhá-la. 

"De cada vez que Lauren ligou para a polícia, foi como se fosse a primeira vez. A pessoa com quem falava não dava sinais de saber alguma coisa do caso ou de quem ela era. Era-lhe pedido que explicasse tudo de novo, que respondesse às mesmas perguntas e preenchesse os mesmos formulários."

Os pais de Lauren dizem não perceber como é que, sabendo que se tratava de um condenado por um crime violento, os polícias não consideraram que a filha podia estar em perigo.

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Fonte: www.dn.pt
Crêdito foto: www.dn.pt

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