Uma ninfomaníaca viciada em pornografia desde os 12 anos nem se consegue levantar da cama

Com a explosão da Internet, ela teve acesso a conteúdos pornográficos cada vez mais extremos.

Partilhar no Facebook
73 73 Partilhas

Depois do aparecimento da internet, ela teve acesso a pornografia cada vez mais extrema.

Erica Garza, de 35 anos, escreveu um livro onde descreve o que experienciou.

Aos 12 anos Erica tornou-se viciada em pornografia e sexo provocante, “uma mistura complexa de vergonha e de excitação.”

Ela começou a ver filmes pornográficos em segredo, enquanto os seus pais dormiam, em casa da família em Los Angeles.

Depois, com o aparecimento da internet, ela teve acesso a conteúdo pornográfico cada vez mais extremo.

Aos 17 anos, ela perdeu a virgindade.

Nos seus 20 anos, Erica organizava festas e dormia com vários homens na mesma semana, e mostrava-lhes a sua coleção de filmes pornográficos.

“Sempre que fazia essas coisas, ou confessava que odiava preservativos, ou que tinha uma libido excepcionalmente elevado, esperava que os homens gostassem mais de mim”, explicou ela. “Era como eles, pensava eu, e não era como as outras raparigas. Quando as minhas confissões provocavam riso e acenos, eu sentia algo forte, como intimidade.”

No seu livro, Erica fala abertamente sobre a sua vida sexual. Por exemplo, ela descreve como o Clay não a satisfazia, o que a obrigava a satisfazer-se a si mesma ao ver filmes pornográficos no “lugar molhado da cama”.

“Uma vez, com um vídeo de 3 minutos de uma adolescente a ter relações sexuais com o seu sogro na cozinha, enquanto a sua mãe estava no andar de cima a tomar duche, fez-me pensar que eu era apenas uma rapariga pequena que o Clay utilizava para sexo.”

Nesse mesmo segmento, ela descreve a sua cena favorita, que envolvia “duas mulheres suadas, 50 homens excitados, um armazém, um arnês, um secador de cabelo e um táxi”.

“Podemos contar esta história de diferentes formas, mas ninguém vai entender o quão revoltante era”, disse ela. 

Erica estava tão viciada em pornografia, que preferia ficar em casa e comer sozinha do que sair. 

“Cancelei todos os meus planos e obrigações para o dia porque preferi ficar em casa a ver vídeos excitantes, enfermeiras, cenas de incesto, foliões bêbedos e prostitutas tailandesas.” 

Um dia, Erica decidiu ir a Bali, na Indonésia, numa viagem para curar o seu vício. Foi lá que conheceu o seu marido, Willow Neilson.
Erica, que é agora mãe, diz que utiliza agora a pornografia de uma forma “saudável”. 

“Como novos pais, temos que tentar dormir um pouco entre as mudanças de fraldas e as refeições, pelo que usamos por vezes a pornografia como um catalisador para um ambiente sexy”.

Partilhar no Facebook
73 73 Partilhas

Fonte: ayoyemonde · Crédito foto: ayoyemonde